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No ano de 1840 o Rio de Janeiro assistia ao primeiro baile de salão.

 

Evolução

 

Começou com o Zé Pereira, que era um grupo de foliões de rua, com bumbos e tambores. Fazendo grande barulho depois das 22 horas de sábado. Depois surgiram os cordões. Começaram a se organizar e a desfilar pelas ruas do Rio.

Cordões de rapazes, só de moças ou de homens mulheres. A influência negra era visível. Negros fantasiados de índios, tocando instrumentos primitivos.

 

        Depois veio o corso que ficou famoso em todo o Brasil. Era um enorme desfile de carros, alguns com a capota de lona abaixada.

 

Foliões com serpentinas e confete cantando e dançando. O corso carioca percorria uma extensão de mais de dez quilômetros. Hoje desapareceu.

 

         As atuais escolas de samba começam a nascer, descendo o morro, cantando e dançando nas ruas. Os sambas-enredo falavam de personagens e acontecimentos da nossa história. A primeira escola surgiu no bairro do Estácio, em 1928. Compositores, instrumentistas e dançarinos se uniam para desfilar. As mulheres saíam vestidas de baianas. Os homens com roupas coloridas, camisas listradas e chapéus de palha. Só em 1952 as escolas começaram a se organizar. Sociedades civis com sede e regulamento.

 

 

 

   

Foi à partir da Guerra do Paraguai que se introduziu no Brasil o atual Carnaval. Antigamente era o Entrudo. Festa de origem européia. A água, a farinha de trigo e o polvilho faziam a alegria de todos. Fazendeiros e peões, brancos e negros. Com o tempo o entrudo foi proibido em algumas cidades. Pretendia-se transformar a festa numa comemoração de elite.

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