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Cristóvão Colombo |
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Grandes Nomes da História |
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Cristóvão Colombo, nascido em Genova, viveu em Portugal e conhecia a cartografia e as técnicas dos navegadores portugueses. O grande "almirante de Castela" dizia sempre que, andando mais, mais se sabe. Procurou uma nova rota para as Índias pelo Ocidente: topou com a América e, morreu certo de que havia encontrado um novo caminho para o Oriente.
Em Agosto de 1492, Colombo zarpou do porto de Palos, no sul da Espanha, com três caravelas: Santa Maria, Pinta e Nina. Em 12 de Outubro de 1492, depois de vários meses navegando rumo ao desconhecido, Colombo acreditou ter chegado às Índias. A noticia se espalhou por toda a Europa e Colombo recebeu auxílio da rainha Isabel para retornar as ilhas descobertas.
Colombo realizou mais três viagens: em 1493, 1498 e 1502. Na última viagem atingiu as costas da Colômbia e da Venezuela. Morreu em Valadollid em 1506, certo de ter encontrado um novo caminho para o Oriente.
fonte: História e civilização. Historiadores: Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez |
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Teorias.
Embora existam graves controvérsias quanto à sua origem, a teoria que tem sido mais aceita desde 1892 é a genovesa, com base em certos testemunhos que assim o referem desde o final do século XV.
No entanto, o primeiro testemunho sobre a sua origem foi nos dado por duas vezes em 1486 no livro de contas de Pedro Diaz de Toledo quando este se referia a Colombo por "El Português".
Alguns autores referem-no também milanês, dado haver disputas fronteiriças entre os Estados de Milão e Génova à época de seu nascimento.
Atualmente, alguns autores levantam hipóteses tão distintas quanto ele ter nascido em Portugal, na Catalunha, no país Basco, na Galiza, na Córsega, na França e até mesmo na Grécia, atribuindo-lhe, entre esses, alguns ainda, ascendência judaica.
A teoria mais aceita pelos historiadores é a de que ele seria um tecelão de seda genovês, um homem simples da plebe. Entre as críticas mais sérias a esta linha de raciocínio é a de que seria praticamente impossível, à época, que um homem de um estrato social inferior conseguisse casar com uma mulher da nobreza, vindo a adquirir os elevados conhecimentos e experiência de navegação que Colombo possuía. Ele possuía, além desses conhecimentos, o de línguas (como o latim e o hebraico), de matemática, de cosmografia, de geometria, além de conhecer todos os instrumentos de marinha e navegação, a ponto de ter sido considerado por alguns como o mais instruído homem do mar em toda a Espanha.
Alguns historiadores têm procurado demonstrar que o navegador mentia propositadamente a Castela para ajudar Portugal, e que tinha a ajuda de Américo Vespúcio nessa missão.
Casamento e descendência
A casa em que se acredita que Colombo tenha residido, na ilha de Porto Santo, na Madeira. Em 1479 Colombo desposou Filipa Moniz, comendadora da Ordem de Santiago, cujo pai, Bartolomeu Perestrelo, português de ascendência italiana de Placência, foi um dos povoadores e capitão donatário da ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, em Portugal.
Da união nasceu um filho em 1480, Diogo Colombo, nomeado pela Coroa Espanhola como 2º Almirante e Vice-rei das Índias.
Colombo viveu desde 1485 em Castela, onde foi amante, de Beatriz Enríquez com quem teve um filho, em 1488, Fernando Colombo.
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