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               Hino Nacional brasileiro

 

 

 Música de Francisco Manuel da Silva, provavelmente composta em 1831, foi oficializada somente no segundo ano da República (1890) e sua letra, autoria de Osório Duque Estrada, adotada oficialmente em 1922.

 

 

1ª Parte

 

 

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
de um povo heróico o brado retumbante,
e o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
conseguimos conquistar com braço forte,
em teu seio, ó liberdade,
desafia o nosso peito a própria morte!

 

 

Ó Pátria amada,
idolatrada,
salve! Salve!

 

 

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
de amor e de esperança à terra desce,
se em teu formoso céu, risonho e límpido,
a imagem do cruzeiro resplandece.

 

Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
entre outras mil,
és tu, Brasil,
ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada,
Brasil!

 

 

 2ª Parte

 

Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
fulguras, ó Brasil, florão da América,
iluminando ao sol do novo mundo!

 

Do que a terra, mais garrida,
teus risonhos lindos campos têm mais flores;
 “Nossos bosques tem mais vida,”
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó pátria amada,
idolatrada,
salve! Salve!

 

Brasil, de amor eterno seja símbolo
o lábaro que ostentas estrelado,
e diga o verde-louro dessa flâmula
- paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
verás que um filho teu não foge à luta,
nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
entre outras mil,
és tu, Brasil,
ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada,
Brasil!

 

Proteger a Fauna e a Flora é preservar a vida na Terra.

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