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Hino do Pará |
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LETRA: ARTHUR PORTO MÚSICA: NICOLINO MILANO ADAPTAÇÃO E ARRANJO: GAMA MALCHER
Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do equador ! Teu destino é viver entre festas, Do progresso, da paz e do amor! Salve, ó terra de ricas florestas, Fecundadas ao sol do equador! Estribilho
Ó Pará, quanto orgulha ser filho, De um colosso, tão belo, e tão forte; Juncaremos de flores teu trilho, Do Brasil, sentinela do Norte. E a deixar de manter esse brilho, Preferimos, mil vezes, a morte!
Salve, ó terra de rios gigantes, D'Amazônia, princesa louçã! Tudo em ti são encantos vibrantes, Desde a indústria à rudeza pagã, Salve, ó terra de rios gigantes, D'Amazônia, princesa louçã ! |
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Segundo alguns pesquisadores, o Hino do Pará surgiu em época anterior ao ano de 1915 e não tinha caráter ou sentido oficial, desconhecendo-se qualquer ato que tenha oficializado naquela oportunidade. Cantado pelos alunos do "Colégio Progresso Paraense", foi publicado em 1895, na página 5 dos "Annaes do Colégio Progresso Paraense", edição comemorativa do tricentenário da fundação de Belém.
O referido Hino se tornou oficial com o nome de "Hino do Pará" através da Emenda Constitucional nº 1, de 29 de outubro de 1969.
SIMBOLISMO
A letra deste Hino é um verdadeiro poema de exaltação ao Pará. Ela fala da beleza natural do Estado, da exuberância de suas matas e flores, dos seus rios, do heroísmo do seu povo e traz uma mensagem de otimismo e esperança para o futuro.
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