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1903 - A Capital do Estado volta a se estabelecer em Niterói.

 

1920 - A Cidade do Rio de Janeiro ultrapassa 1.000.000 de habitantes.

 

1923-1927 - Feliciano Sodré - Construção dos portos de S.Lourenço e Angra dos Reis, instalação de usinas elétricas.

 

No período da 1a. República, acentua-se, na terra fluminense, a crise iniciada no Império: lavouras tradicionais, café e açúcar estão

 

em decadência. A produção de café concentra-se em Itaperuna, Muriaé e Itabapoana. Áreas cafeicultoras tradicionais como

 

Cantagalo, Vassouras e Valença são substituídas pela pecuária, ocupando os solos esgotados. Cultivo de laranja e banana, em

 

escala econômica, inicia-se na baixada fluminense, mas só a partir de 1926 atinge os mercados externos (Reino Unido).

 

Não há estímulo para a produção industrial, ao contrário, destacam-se núcleos artesanais e manufatureiros pequenos e restritos ao

 

consumo local. A indústria laticínia atinge algum desenvolvimento apesar do baixo nível tecnológico. Desenvolvem-se atividades

 

extrativas: pesca em Cabo Frio e salineira em Araruama, além da exploração de florestas em escala predatória para o fornecimento

 

de lenha e carvão para o Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro perde importância em relação ao desenvolvimento de São Paulo e de

 

Minas Gerais.

 

1930 - (Revolução) - Sucederam-se na chefia do Estado do Rio vários interventores federais que revelam o controle exercido pelo

 

Governo Federal sobre o Estado.

 

A situação econômico-financeira foi limitada aos próprios recursos do Estado, em razão dos reflexos sofridos pela Nação,

 

provocados pelas mudanças políticas, assim como pela crise mundial de 1929. Reduziu-se a produção cafeeira, enquanto duplicou a

 

produção canavieira. A partir de 1933 desenvolve-se a indústria do cimento. Faltam recursos para infra-estrutura, restringindo-se o

 

desenvolvimento a aspectos sociais como assistência médica e ensino.

 

1937 - Implantando o Estado Novo - nomeado interventor federal o Cte. Ernâni do Amaral Peixoto, que reorganizou o sistema

 

tributário, criou as Secretarias de Educação e Saúde Pública, Agricultura, Indústria e Comércio e desenvolveu amplo programa

 

rodoviário e de abastecimento de água.

 

1941 - Início das atividades da Companhia Siderúrgica Nacional em Volta Redonda, estrategicamente localizada entre Rio de Janeiro

 

e São Paulo, dois maiores centros de consumo e distribuição dos produtos de siderurgia. Seguem-se os governos de vários

 

interventores federais até a eleição do governador Gal. Edmundo de Macedo Soares e Silva, em 1947, que imprime novo

 

desenvolvimento: quadruplica a produção do aço e promove a produção de cimento, também ascendente. Reergue a produção

 

agropecuária através de crédito rural e desenvolve o corporativismo.

 

1951-1954 - Eleito, Amaral Peixoto executa vasto plano rodoviário e incrementa a produção industrial; cria a Cia. Nacional de Álcalis,

 

em Cabo Frio; conclui a Usina Hidrelétrica de Macacu, além de obras importantes de saneamento, água e esgoto em vários

 

municípios e da adutora do Laranjal.

 

1954-1958 - Miguel Couto Fo. beneficiou o setor de saúde pública criando postos de atendimento e unidades itinerantes. Estendeu a

 

rede elétrica a vários municípios.

 

1959-1961 - Roberto Teixeira da Silveira dinamiza a organização estadual criando as Secretarias de Energia Elétrica,

 

Desenvolvimento Econômico, Administração Geral, Trabalho e Serviço Social e Comunicação e Transportes. Destaque para o

 

Movimento Popular de Alfabetização.

 

1960 - 21 de abril a cidade do Rio de Janeiro deixa de ser Distrito Federal e Capital do Brasil, transferida para Brasília.

 

1963 - Eleito Badger da Silveira (irmão de Roberto da Silveira) que cria a CELF, Centrais Elétricas Fluminenses, dinamizando o

 

fornecimento de energia elétrica.

 

1974 - Março - Inauguração da Ponte Costa e Silva ligando as cidades do Rio de Janeiro e Niterói.

 

1975 - Em 15 de março de 1975, fundiram-se o Estado da Guanabara e o Estado do Rio de Janeiro, com o nome de Estado do Rio

 

de Janeiro, assumindo o governo da nova unidade federativa o Almte. Faria Lima. Em 23 de julho - Promulgação da Constituição do

 

Estado do Rio de Janeiro.

 

1982 - Pela primeira vez desde 1964, houve eleições diretas para governadores.

 

O reerguimento e a recuperação do Estado do Rio depois do declínio do café fez-se tanto pelo desenvolvimento de novas formas de

 

atividade agrícola, como pela instalação de numerosas indústrias. A cana de açúcar nas vastas planícies de Campos, a criação de

 

gado no vale do Rio Paraíba do Sul, plantações de arroz em Miracema e Santo Antonio de Pádua, a extração do sal em Cabo Frio,

 

Araruama e S.Pedro da Aldeia, as culturas de banana e da laranja na Baixada, perto da Baía de Guanabara, tomate em Resende,

 

chuchu em Petrópolis e abacaxi concentrado em Itaboraí, Rio Bonito e Magé completam o quadro dos produtos principais do Estado

 

do Rio.                                                     

1901– 1982

Potyguar

Alagoas

Amapá

Amazonas

Acre

Bahia

Ceará

Distrito Federal

Espírito Santo

Goiás

Maranhão

Mato Grosso

Mato Grosso do Sul

Minas Gerais

Paraíba

Pará

Paraná

Pernambuco

Piauí

Rio Grande do Norte

Rio Grande do Sul

Rio de Janeiro

São Paulo

Santa Catarina

Sergipe

Rondônia

Roraima

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Potyguar

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